Como utilizar o cross-merchandising no varejo
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No varejo moderno, o cross-merchandising tornou-se uma das ferramentas mais eficazes para aumentar as vendas e melhorar a experiência de compra. Ao combinar produtos complementares na área de vendas e criar “exposições cruzadas”, os varejistas estimulam compras por impulso, elevam o ticket médio e tornam a jornada do cliente mais conveniente. Neste artigo, analisamos os princípios e métodos essenciais do merchandising que ajudam a otimizar o espaço da loja e impulsionar as vendas.
O que é cross-merchandising
Cross-merchandising é uma estratégia em que produtos de categorias diferentes são colocados juntos para destacar sua complementaridade e incentivar compras adicionais. Diferentemente da exposição tradicional, o cross-merchandising reúne itens que costumam ser usados em conjunto: chá e biscoitos, massa e molho, acessórios de carro e produtos de limpeza.
O objetivo principal é estimular compras impulsivas e aumentar o ticket médio, criando uma “solução pronta” no ponto de venda. Exposições bem organizadas melhoram a navegação, reduzem o tempo de busca e aumentam o engajamento do cliente.
É essencial analisar o sortimento e equilibrar o uso do espaço: excesso de produtos gera confusão; distância excessiva reduz a eficácia.
Por que é importante no varejo
O cross-merchandising aumenta a eficiência do espaço por meio de combinações lógicas:
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Aumenta o ticket médio: o cliente compra vários itens de uma vez.
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Melhora a conveniência: itens agrupados poupam tempo.
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Estimula compras por impulso: produtos complementares incentivam adições ao carrinho.
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Fortalece a lealdade: a loja oferece valor e demonstra cuidado.
Assim, as prateleiras se tornam motores de venda.

Principais estratégias e métodos
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Estratégia centrada no produto: item principal rodeado de complementares.
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Agrupamento por missão do cliente: conjuntos para tarefas específicas, como “jantar de fim de semana”.
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Blocos sazonais e temáticos: picnic, jardinagem etc.
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Segmentação por público: esportistas, veganos, famílias.
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Ilhas e corners: pontos destacados no salão.
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Exposições diagonais e em Z: direcionam o olhar e aumentam o engajamento.
O sucesso depende de análise contínua e testes.
Merchandising visual na loja
Um bom design visual:
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harmoniza cores e formas;
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usa sinalização clara;
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destaca zonas com fundos contrastantes;
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inclui amostras demonstrativas.
A iluminação e a estética elevam as vendas por impulso e reforçam a marca.

Erros comuns a evitar
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Falta de conceito.
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Excesso de itens.
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Falta de análise de dados.
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Má localização.
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Ignorar sazonalidade.
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Ausência de amostras.
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Inconsistência visual.
Evitar esses erros garante melhores resultados.
Exemplos reais
Em supermercados como Kroger, a seção de café inclui biscoitos e chocolates para aumentar vendas relacionadas.
Na Home Depot, a área de tintas inclui pincéis, fitas e panos — um kit completo.
Na Best Buy, consoles são exibidos com controles, headsets e assinaturas digitais.
Dicas finais
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Analise vendas com frequência.
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Atualize combinações conforme a temporada.
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Use demonstrações.
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Teste diferentes agrupamentos.
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Recolha feedback dos clientes.
Um processo sistemático garante aumento do ticket médio e vantagem competitiva.
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